segunda-feira, 9 de maio de 2011

Recomeçar...

Quando as coisas não vão muito bem, quando algo que queríamos mais que tudo não dá certo, temos uma tendência de colocarmos culpa na vida, no destino, nos outros, quando, na maioria das vezes, os erros são nossos!
Em certos momentos da vida deparamo-nos com situações difíceis e nos indagamos: Por quê? Se pararmos para pensar, entenderemos que estas situações, na maioria das vezes, são decorrentes de atitudes nossas, impensadas, irresponsáveis. Deus não tem nada a ver com isso. Temos o livre arbítrio e Ele sofre toda vez que tombamos.
Porém, enquanto estivermos usando a veste da “coitadinha”, as coisas não vão acontecer em nossas vidas. Precisamos aceitar nossos erros, sem culpa, e nos darmos uma nova chance. Uma não,  quantas precisarmos. Não somos obrigados a viver na tristeza por ter medo de tentar de novo. Só temos uma vida (pelo menos que a gente saiba) e temos a obrigação de vivê-la da melhor forma possível. Viver e não apenas sobreviver! Enquanto olharmos para o passado, para o estrago que ele causou em nossas vidas e em nossos corações, enquanto pensarmos nas desilusões, nas tantas mágoas que sofremos, perdemos as possibilidades que se renovam a cada instante. Não as enxergamos porque os olhos estão lacrimejando ao lembrar-se daquela mágoa, daquela dorzinha que você ainda sente bem no fundo do seu coração, daquela ferida que está cicatrizando mais que ainda dói ...
Costumo comparar nossa vida com um CD. Ao longo de nossa existência passamos por muitas experiências, boas e ruis. As ruins deixam marcas, que no CD são os “arranhões”. Uns saem, outros são tão profundos que nunca mais desaparecem. E, ao final, você olha o CD da sua vida e pode ver quantos arranhões você teve. Com certeza as marcas mais profundas vão estar lá. 
Mas o que quero dizer com tudo isso é o seguinte: é preciso RECOMEÇAR...SEMPRE!! Olhar para frente e enxergar tantas coisas boas  que estão ali, tão perto, mas que não notamos por estarmos muito ocupados com nossas raivas, tristezas e sentimentos de vingança.

Por Rebeca Soares



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